No ano de 2000, Michael Bublé foi apresentado ao produtor musical David Foster, quando cantava na festa de casamento da filha do então Primeiro-Ministro do Canadá. Foster gostou do que ouviu, mas inicialmente apresentou-se relutante quanto à possibilidade de assinar um contrato com Bublé, pois não sabia que tipo de mercado poderia haver para este “tipo de música”. Michael Bublé e o seu agente acabaram por conseguir que, inicialmente, Foster emprestasse 500.000 doláres para pagar os custos de produção, sendo que, após ouvir as primeiras gravações, acabou mesmo por produzir o álbum e avançar com a totalidade do dinheiro. Após este selo de aprovação, Michael começou a rodear-se de importantes e influentes individualidades da música (agentes a produtores).
O seu primeiro álbum denominava-se Michael Bublé, e foi lançado em 2003, tendo alcançado o top 10 em Inglaterra e Canadá. Passou à margem do mercado americano, alcançando apenas o top 50, mas após algumas aparências na televisão e no cinema, o trabalho de Bublé foi divulgado e lançado, sendo que o número de vendas e espectáculos aumentou fortemente.
Em 2005, surge o seu segundo álbum, It’s time. Este segundo álbum poderá ser considerado o álbum da confirmação. Com sucessos como Home ou Quando, quando, quando, o álbum alcançou o número 1 do top em Itália, Japão e Canadá, e esteve presente no top 10 de grande parte dos países europeus. O álbum esteve durante 104 semanas consecutivas no Billboard Top Jazz Charts, sendo que alcançou um recorde nunca feito: 78 semanas como número 1. Em 2006, como seguimento deste álbum, Bublé recebeu inúmeros prémios e reconhecimentos.
Se o anterior álbum foi a confirmação, o seguinte, de 2007, Call Me Iresponsible, foi o atingir de um enorme sucesso de vendas, ultrapassando os 5 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo e atingindo de forma espontânea o número 1 dos tops mundiais, desde os Estados Unidos à Inglaterra, passando por Portugal. Com o lançamento do álbum, atingiu de forma imediata o número 2 dos EUA e na segunda semana atingiu o número 1, proeza apenas antes conseguida por Michael Jackson e Sugarland. Com este álbum, Bublé desenvolveu uma enorme tour mundial (que não passou por Portugal – apesar da sua promessa referida numa entrevista a um orgão de comunicação português) e no seguimento desses espectáculos apareceu o álbum ao vivo chamado Michael Bublé Meets Madison Square Garden, que é composto por músicas gravadas ao vivo na famosa sala que dá nome ao álbum.
Em 2009, é lançado Crazy Love, composto por doze faixas. O número de vendas não é ainda apresentável devido ao seu tão recente lançamento, mas alcançou já o número 5 do top de vendas português, segundo a Associação Nacional Fonográfica.